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“O movimento completo do branco ao preto dá uma idéia da distância gigantesca entre os dois pólos; o trajeto abarca todas as etapas da fonte do visível aos últimos confins do visível, ou a luta aberta dos extremos que se entrechocam”.

“O claro-escuro desdobra seu movimento alternativo de “subidas e descidas” entre os pólos do branco e do preto”.

“Trata-se de obter um movimento visível de fluxo e refluxo mediante a luta entre o claro e o escuro, que implica em um enérgico recurso dos extremos. A força do torneio supõe, por sinal, que os pólos opostos – branco e preto – afirmam sua presença; dão toda sua tensão ao jogo das forças que contrastam na escala dos matizes tonais”.


Paul Klee, em “Esboço de uma teoria das cores” (Esquisse d’une théorie des couleurs), capítulo oitavo de seu “Teoria da arte moderna” (Théorie de l’art moderne), 1964.

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